segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Pedra do Sal

PEDRA DO SAL
Ao pé do morro da Conceição, a Pedra do Sal desempenhou um papel importante no passado da cidade. Quando a região que hoje abriga o porto do Rio ainda era banhada pelas águas da baía de Guanabara, era ali que os navios negreiros aportavam, trazendo os escravos. A grande concentração de negros levou a região a ser apelidada de "Pequena África".
Era ali também que chegavam os carregamentos de sal vindos de Portugal, que acabaram por dar nome à área.
A grande presença da comunidade negra na região levou a Pedra do Sal a ser considerada o berço do samba carioca. Foi ali que se instalaram os primeiros negros do bairro da Saúde, que trouxeram as festas de candomblé e as rodas de choro.
Hoje, a Pedra do Sal recebe às segundas-feiras uma animada roda de samba, que recorda seu passado. A programação pode ser vista no blog rodadesambadapedradosal

domingo, 16 de setembro de 2012

Morro da Conceição


Encravado no bairro da Saúde, próximo ao porto do Rio de Janeiro e à movimentada avenida Presidente Vargas, o morro da Conceição mantém um ar de cidade do interior em suas ladeiras tranquilas e oferece uma opção de passeio menos óbvia, mas igualmente interessante.
Assim como outros lugares do Rio, o morro tem passado por uma série de reformas que prometem deixá-lo mais atraente para os turistas. Nos próximos anos, a região deve ainda se beneficiar do projeto Porto Maravilha, que visa a revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro.

Apesar de algumas de suas construções ainda se encontrarem em estado precário de conservação, muitos dos sobradinhos de arquitetura portuguesa localizados no morro já foram restaurados, e suas fachadas recém-pintadas com cores vivas chamam a atenção de quem passeia por suas ladeiras.
No alto do morro, há uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, santa que dá nome ao lugar. Em frente, fica a fortaleza da Conceição, cuja obra foi iniciada em 1711, após a segunda invasão francesa sofrida pelo Rio de Janeiro, e concluída em 1718, fazendo parte do plano de defesa da cidade.
Vizinho à fortaleza fica o antigo Palácio Episcopal, que foi residência de bispos no século 18 e hoje abriga o Museu Cartográfico do Exército.
Além de construções históricas, o morro da Conceição reúne hoje ateliês e espaços como o Imaculada (www.barimaculada.com.br ), misto de bar e galeria de arte, que atrai cariocas e turistas.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Bookcrossing no Brasil

Essa informação eu recebi via email e achei super interessante. O BookCrossing é um tipo de corrente literária, “Criado em 2001 nos EUA, o site de trocas de livros “Bookcrossing” ganha cada vez mais adeptos no mundo todo e também no Brasil.A idéia do projeto é simples e pode ser resumida em uma palavra: desapego. Não diz muito, mas diz tudo. Os membros do site filiam-se de graça e registram na internet os livros que querem “libertar”, escolhendo quando e onde vão deixá-los. Antes, devem escrever, na folha de rosto de cada obra, uma “dedicatória” com uma breve explicação pessoal, o endereço do Bookcrossing e um código de identificação gerado no site (BCID). Depois, deixam os livros em um lugar qualquer ou em “crossing zones” (”zonas de cruzamento”) oficiais.
Quem achar o livro deve escrever seu o BCID no site, conforme as instruções deixadas na folha de rosto, o que permite seguir a trajetória do livro pelo mundo. Quando terminar, o atual leitor deve “libertar” o livro, como fez o anterior.
É como se qualquer lugar pudesse ser uma biblioteca, e qualquer um pudesse ser seu sócio. Quando o livro é “pego”, você recebe um e-mail informando onde ele foi parar, desde que a pessoa que está com o livro não quebre a corrente.
INTERESSE CRESCE NO BRASIL
Nos últimos cinco anos, o número de filiados do Bookcrossing no Brasil subiu de 200 para quase 3.700. Ao todo, são mais de 660 mil em todo o mundo e 4,6 milhões livros inscritos.
Em São Paulo, a primeira e, até agora, única “crossing zone” oficial do movimento na cidade foi aberta em outubro de 2007, na creperia Central das Artes. “O livro deixado na zona tem mais retorno que o deixado na rua, embora a idéia lúdica do projeto seja deixar o livro solto por aí, “in the wild”, como diz no site”, afirma Helena Castello Branco, 39, fundadora do posto de troca paulistano.
Segundo a estimativa dos organizadores, menos de 5% dos títulos deixados em lugares públicos são registrados.
Já na zona oficial de São Paulo, a proporção sobe para 15%. Mas o que dá graça ao projeto são os livros encontrados de surpresa, em pontos de ônibus, bancos de praça, ou onde mais a criatividade (e o bom senso) permitir.
“Às vezes pintam coisas interessantes. Dá para ler bons livros sem gastar um tostão e enriquecer os outros também”, diz Enrique Romera, 56, intérprete e freqüentador da “crossing zone” de São Paulo.
A reportagem do Vitrine (do caderno da Folha de São Paulo)colocou três livros em pontos diferentes de São
Paulo: em um banco no largo do Arouche (região central), na Central das Artes (zona oeste) e no assento de um ônibus. Até o fechamento desta edição, ninguém havia registrado os títulos no site do Bookcrossing. ”
Bookcrossing – http://www.bookcrossing.com/
Bookcrossing Portugal – http://bookcrossing-portugal.com/
Em São Paulo :  Central das Artes – http://www.centraldasartes.com.br/
No Rio de Janeiro: Lunático Café e Cultura – http://www.lunaticocafeecultura.com/

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Histórias dos monumentos do Rio

PEDRA DO SAL
Ao pé do morro da Conceição, a Pedra do Sal desempenhou um papel importante no passado da cidade. Quando a região que hoje abriga o porto do Rio ainda era banhada pelas águas da baía de Guanabara, era ali que os navios negreiros aportavam, trazendo os escravos. A grande concentração de negros levou a região a ser apelidada de "Pequena África".
Era ali também que chegavam os carregamentos de sal vindos de Portugal, que acabaram por dar nome à área.
A grande presença da comunidade negra na região levou a Pedra do Sal a ser considerada o berço do samba carioca. Foi ali que se instalaram os primeiros negros do bairro da Saúde, que trouxeram as festas de candomblé e as rodas de choro.
Hoje, a Pedra do Sal recebe às segundas-feiras uma animada roda de samba, que recorda seu passado. A programação pode ser vista no blog